ABIN vê risco à soberania brasileira após ataque dos  EUA

ABIN vê risco à soberania brasileira após ataque dos EUA

A “LEI DA SELVA” VOLTOU?
O recado vindo dos bastidores da inteligência brasileira é grave: a invasão militar dos Estados Unidos na Venezuela não foi apenas uma operação cirúrgica contra um vizinho, mas um aviso de que as regras do jogo mudaram — e o Brasil pode estar vulnerável.

O FIM DO ESCUDO DIPLOMÁTICO

Em conversas reservadas reveladas pelo @icl.noticias, servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) soaram o alarme. Para eles, a ofensiva norte-americana consolida uma ruptura na ordem internacional: a diplomacia e o Direito Internacional perderam espaço para a força bruta. A lógica agora é clara: países com grandes recursos naturais (como o nosso), mas com “menor capacidade de dissuasão estratégica” (ou seja, sem defesa militar robusta ou nuclear), tornaram-se alvos fáceis.

BRASIL NO ESCURO?

O alerta se torna ainda mais crítico quando olhamos para dentro de casa. Os agentes reconhecem uma fragilidade estrutural assustadora:

1️⃣ Cegueira estratégica: A Abin não tem adidos de inteligência oficialmente na Venezuela.

2️⃣ Falta de verba: sem recursos para manter fontes humanas (espiões/informantes), a agência tem operado baseada em “informações abertas” (jornais e internet), o que tira a capacidade de antecipar jogadas de Washington. 3️⃣ Risco Eleitoral: Há um temor real de que essa instabilidade regional seja usada para tumultuar o ambiente político brasileiro às vésperas das eleições de 2026.

O QUE ESTÁ EM JOGO?

Se o vizinho rico e armado pode entrar na capital de um país soberano e extrair seu presidente à força sob pretexto de “segurança”, o que protege a Amazônia ou o Pré-Sal brasileiro?

Segundo os servidores, sem uma inteligência estruturada e investimento em defesa, nossa soberania fica por um fio.

Fonte: O Estopim no Instagram