{"id":211,"date":"2025-09-18T20:34:11","date_gmt":"2025-09-18T20:34:11","guid":{"rendered":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/?p=211"},"modified":"2025-09-17T23:39:02","modified_gmt":"2025-09-17T23:39:02","slug":"producao-de-coco-no-sertao-pernambucano-e-destaque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/211\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de coco no Sert\u00e3o pernambucano \u00e9 destaque"},"content":{"rendered":"<p><em><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Em Petrolina, faturamento pode chegar a R$ 150 mil por 50 hectares; j\u00e1 Petrol\u00e2ndia foi a cidade que mais produziu a fruta em 2024, segundo pesquisa do IBGE<\/span> <\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"texto\">Petrolina (PE) &#8211; Conhecida pelo cultivo da uva, Petrolina, no Sert\u00e3o pernambucano, se destaca tamb\u00e9m por uma produ\u00e7\u00e3o que no imagin\u00e1rio popular estaria no Litoral: o coco. Os produtores podem chegar a um faturamento m\u00e9dio de at\u00e9 R$ 150 mil por 50 hectares.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u201cS\u00e3o 70 produtores que participam da cadeia e fornecem \u00e1gua de coco para a ind\u00fastria. As fazendas do grupo fornecem cerca de 25 a 30% do volume da ind\u00fastria. Todo o restante vem de parcerias com produtores locais\u201d, afirma o gerente agr\u00edcola da Pepsico, Alexsandro Castro.<\/p>\n<p class=\"texto\">De acordo com Castro, as planta\u00e7\u00f5es de coco podem chegar a uma m\u00e9dia de 61 mil frutos por ano, por hectare. Ele explica que, em m\u00e9dia, o produtor de coco pode chegar a faturar de R$ 2.700 a R$ 3.000 por hectare. Na regi\u00e3o, os produtores chegam a ter planta\u00e7\u00f5es que variam entre 6 e 50 hectares.<\/p>\n<p class=\"texto\">De acordo com dados da Pesquisa da Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em 2024, a cidade de Petrol\u00e2ndia chegou a ocupar o 1\u00ba lugar no ranking de cidade que mais produziu coco. No ano passado, o munic\u00edpio produziu 162 mil toneladas, no valor de R$ 113,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"texto\">Produtor de coco de Petrol\u00e2ndia, cidade vizinha de Petrolina, Rog\u00e9rio Novaes destaca a pot\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o da fruta para a regi\u00e3o. \u201cNa nossa cidade, a agricultura representa 70% do PIB, que vem do coco. Temos duas ind\u00fastrias aqui, uma envasadora e a outra que utiliza o coco maduro, de forma artesanal\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"texto\">Apesar disso, ele destaca que a produ\u00e7\u00e3o do coco precisa de aten\u00e7\u00e3o dos governos, uma necessidade que se estende desde quando foi constru\u00edda na cidade a Barragem Luiz Gonzaga. \u201cHoje temos reassentamentos, em torno de 4 a 5 mil hectares irrigados e cerca de 70% dessa \u00e1rea (per\u00edmetros irrigados) \u00e9 destinada ao coco, mas infelizmente, por falta de recursos do Governo Federal, apenas 30% est\u00e1 em funcionamento. Muitos irrigantes n\u00e3o possuem t\u00edtulo de posse e isso impede que os produtores possam dar um passo maior\u201d, destaca. Ainda segundo ele, a regi\u00e3o tem uma \u00e1rea de expans\u00e3o nas margens do Rio S\u00e3o Francisco que tem capacidade de crescer ainda mais.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Incremento produtivo do cacau<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">O in\u00edcio da colheita de cacau no Vale do S\u00e3o Francisco, em Petrolina, deve aumentar a renda de cerca de 30 produtores que j\u00e1 cultivam o coco na regi\u00e3o. Com o objetivo de ampliar o potencial do local para viabilizar novas produ\u00e7\u00f5es, o cultivo do cacau come\u00e7ou em 2022, com a colheita j\u00e1 iniciada no segundo semestre de 2025<\/p>\n<p class=\"texto\">A empresa Pepsico possui duas fazendas pr\u00f3prias na cidade, com 330 e 140 hectares, onde o coco \u00e9 cultivado, al\u00e9m de parcerias com produtores que recebem apoio da empresa em projetos sociais e t\u00e9cnicas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis. Com o objetivo de aumentar essa cadeia produtiva, em 2022, a Pepsico iniciou o projeto piloto do Cons\u00f3rcio Coco-Cacau.<\/p>\n<p class=\"texto\">No local, o cacau \u00e9 plantado nas sombras dos coqueiros, que se beneficiam tamb\u00e9m da mat\u00e9ria org\u00e2nica originada da queda das folhas. Ap\u00f3s tr\u00eas anos de testes e clonagens, as planta\u00e7\u00f5es j\u00e1 come\u00e7aram a gerar frutos, mas apenas no final de 2025 a empresa planeja concretizar os primeiros n\u00fameros.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo o gerente agr\u00edcola da empresa, Alexsandro Castro, o faturamento dos produtores pode chegar a ser duplicado com o incremento da produ\u00e7\u00e3o de cacau em Petrolina. \u201cTodo o desenho em torno da produ\u00e7\u00e3o de cacau e coco foi criado com o intuito de tentar ajudar a cadeia produtiva dos produtores que trabalham com a Pepsico. A ideia \u00e9 promover esse crescimento da cadeia de de cacau, fazendo com que ele tenha o contato direto com a produ\u00e7\u00e3o. A Pepsico vai ajudar o produtor a entender o novo mercado e auxili\u00e1-lo nesse processo\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Fonte: <a class=\"hover:underline\" title=\"Mais de Thatiany Lucena\" href=\"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/autor\/thatiany-lucena\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Thatiany Lucena<\/a>\/<a href=\"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/economia\/2025\/09\/11695780-producao-de-coco-no-sertao-pernambucano-e-destaque.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Di\u00e1rio de Pernambuco<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Petrolina, faturamento pode chegar a R$ 150 mil por 50 hectares; j\u00e1 Petrol\u00e2ndia foi a cidade que mais produziu a fruta em 2024, segundo pesquisa do IBGE Petrolina (PE)&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":212,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-211","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/211","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=211"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/211\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":213,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/211\/revisions\/213"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=211"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=211"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/puxandoassunto.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=211"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}